Projete para os jogadores
Uma cifra deve proporcionar uma dedução satisfatória e avançar a história, não testar conhecimentos de criptografia. Considere idade, tamanho da resposta, objetos disponíveis e se reconhecer o método faz parte do desafio.
Cifre um local, instrução ou código de cadeado curto. A chave deve ser encontrável por alfabeto, objeto temático, pista anterior ou exemplo. Teste com alguém que não montou a sala.
1–5: escolhas confiáveis
- Cifra de César. Um deslocamento fixo; número ou tema romano sugere a chave.
- Pigpen. Símbolos geométricos cabem em vitral, cerca ou diário.
- Código Morse. Luz, som, batidas ou papel; forneça tabela e separadores.
- A1Z26. Posições como
3-1-20; dê alfabeto numerado e A=1. - Atbash. Alfabeto invertido, indicado por espelho ou filas opostas.
6–10: quando o cenário ajuda
- Rail fence. Zigue-zague para trem ou cerca; mostre o número de trilhos.
- Quadrado de Políbio. Coordenadas para grade, mapa ou teclado.
- Vigenère. Use apenas se palavra-chave e tabela puderem ser encontradas.
- Cifra de Bacon. Duas aparências visíveis, cores ou fontes, formam grupos de cinco.
- Cifra de livro. Página, linha e palavra; fixe a edição.
11–15: variações marcantes
- Tap code. Duas batidas escolhem linha e coluna de uma grade 5×5.
- Semáforo. Bandeiras, ponteiros ou poses representam letras.
- Cítala. A tira é lida no cilindro que é a chave.
- Cifra nula. A mensagem fica nas iniciais ou em cada terceira palavra; indique o padrão.
- ROT13. César com deslocamento 13; dê uma pista clara sobre o número.
Uma pista justa
Faça a cadeia: encontrar a chave, aplicar a regra, obter a resposta, usá-la. Não obrigue a adivinhar ordem de leitura, alfabeto ou separadores. O resultado precisa ter um uso evidente.
Verifique luz, legibilidade, alfabeto comum e recuperação após um erro de cópia. Mantenha uma dica opcional. Cifras clássicas criam atmosfera, não protegem segredos reais.